Planos de saúde terão de cobrir mais 37 remédios contra o câncer
O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciaram nesta segunda-feira que os planos de saúde passarão a cobrir mais 37 medicamentos orais para o tratamento contra o câncer a partir de 2 de janeiro de 2014. De acordo com o governo, a principal vantagem da garantia dos remédios via oral é que parte dos pacientes poderão ser tratados em casa.
Para o presidente da ANS, André Longo, a medida não resultará em aumento para os clientes dos planos em 2014. Isso porque o impacto dos novos procedimentos só será calculado em 2015. Longo disse ainda que os custos tendem a diminuir com menos internações, e que é possível que não haja repasse ao usuários de planos de saúde.
A forma da distribuição do medicamento será estabelecida pelos planos de saúde. "Elas poderão ser feitas por distribuição direta, definição de convênios ou criação de mecanismos de reembolso", informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. De acordo com a proposta, o plano não poderá fixar um teto para o uso do remédio. A quantidade ficará a critério do médico.
Além dos remédios para o câncer, outros 50 novos procedimentos relacionados ao tratamento de outras doenças devem entrar para a lista de cobertura obrigatória. Na nova cobertura, estão incluídos, por exemplo, 28 cirurgias por videolaparoscopia, radiofrequência para tratar dores crônicas nas costas, o uso de medicina nuclear para tratar tumores neuroendócrinos, uma nova técnica de radioterapia para tumores de cabeça e pescoço e o implante de esfíncter artificial para conter incontinências urinárias de homens que tiveram de retirar a próstata.
Os usuários de planos de odontologia também serão beneficiados com a inclusão de procedimentos da área. A obrigatoriedade da adição dessas novas ações no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, sob responsabilidade da ANS, será publicada no Diário Oficial da União de amanhã.
Comissão técnica do Iranduba reclama da escassez de atletas com perfil profissional no Amazonas.
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Manaus - Atual nono colocado no ranking de clubes do futebol feminino da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), bicampeão amazonense e com boas participações na Copa do Brasil. Esta é credencial do Iranduba da Amazônia nos últimos anos, que contrasta com as dificuldades que o esporte praticado por mulheres ainda enfrenta no Brasil. Neste ano, porém, a equipe deixou a desejar no novo Campeonato Brasileiro da categoria, com eliminação na primeira fase. Para a comissão técnica, um velho problema que se acentuou neste ano justifica a queda precoce: a falta de jogadoras com perfil profissional.
Apesar de alguns incentivos governamentais, como o patrocínio do próprio Brasileiro, pela Caixa, criado recentemente, o futebol feminino no País ainda está no âmbito amador, o que torna ainda mais difícil a missão de reunir garotas que se dediquem diariamente a um clube.
Para disputar a competição nacional, o Verdão buscou reforços locais e de Boa Vista, que anteriormente se comprometeram em defender o time. No entanto, segundo o técnico Olavo Dantas, boa parte das atletas não cumpriu com a palavra.
“O que acontece com o futebol amazonense feminino é que as meninas, e não é a maioria, não têm perfil profissional. Agradeço àquelas que jogaram com a gente. Outras abandonaram o time no meio do caminho, não deram mais satisfação. Você está chamando a menina para disputar um Brasileiro e ela começa, depois não dá satisfação, some, e você tem dificuldade”, revelou o treinador.
O preparador físico do Iranduba, José Said, reclamou das jogadoras que conciliam partidas no clube com competições de bairro em Manaus.
“Eu não consigo entender como alguém deixa de disputar uma competição a nível nacional para disputar uma amadora, que não vai te levar para lugar nenhum. Infelizmente, no Amazonas, acontece isso. As garotas preferem uma competição de bairro a uma de nível nacional, onde teriam uma projeção muito maior, até em nível de Seleção Brasileira. Tem garotas aqui com plenas condições de estarem disputando as Olimpíadas, em 2016”, ressaltou Said.
Após jogo estressante, Muricy admite ter sentido falta das férias forçadas
21.10.13 - 11:55 em Noticia
Fonte: Goboesporte.com
Técnico afirma que pensou bastante no churrasco com cerveja em sua casa de campo durante jogo duro contra o Bahia, mas não se arrepende.
São Paulo foi atento e organizado, segundo Muricy Ramalho (Foto: Rubens Chiri/Site oficial do São Paulo)
Após ser demitido pelo Santos, o técnico Muricy Ramalho vivia dias tranquilos. Em sua casa em Ibiúna, no interior de São Paulo, ele curtia o tempo livre: churrasco, cerveja, amigos, familiares. Até que resolveu aceitar o desafio de retornar ao São Paulo com a missão de resgatar a equipe que patinava na zona de rebaixamento. Nada mais estressante. A vitória sobre o Bahia, por 1 a 0, neste domingo, na Fonte Nova, em Salvador, pela 30ª rodada do Brasileirão, foi conquistada após muita luta. Com dois jogadores a menos, o Tricolor venceu a pressão do adversário e o estresse.
Os três pontos valeram a pena. O time foi a 40 pontos e se distanciou do Z-4. Mas o grau de nervosismo do jogo fez com que o técnico Muricy Ramalho sentisse saudade da tranquilidade dos dias de desempregado.
- Estava pensando lá em minha casa no campo, meu churrasco, minha cerveja. Mas a adrenalina faz parte. Deu saudade da cervejinha, da picanha. Mas quando aceitei (o convite do São Paulo), achei que o time tinha chance de sair (da zona de rebaixamento). O ambiente (ruim) que eu peguei, nunca tinha visto em minha vida. Mas acredito em meu trabalho, acredito nas pessoas – disse o treinador.
Muricy enalteceu a dedicação dos jogadores no campo. Ele explica que, no intervalo, pediu a seus jogadores que fechassem a entrada da área e tivessem atenção às jogadas aéreas do Bahia. O time cumpriu à risca.
- Fomos organizados. Mesmo com dois a menos, juntamos bem as linhas. O Bahia tinha posse de bola, mas não tinha muita infiltração. Só sobrava os lados do campo para o cruzamento. O mérito do São Paulo é a organização – opinou.
Além da organização que o time teve com dois jogadores a menos, o treinador do São Paulo lembrou de outro fator que contribuiu para o resultado positivo: a maturidade. Mesmo com dois jogadores a menos, a equipe não perdeu a cabeça.
- Nos posicionamos bem. Nesses momentos complicados, nosso time teve saída – elogiou.
O São Paulo retorna para a capital paulista ainda na noite deste domingo. A reapresentação do elenco será na tarde de segunda-feira.21/10/2013 09h34 - Atualizado em 21/10/2013 14h25
Fotos: leilão do campo de Libra, no Rio
Venda da 'maior reserva de petróleo no mundo' levou militares para a Barra da Tijuca devido a protestos.













































































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