Sábado, 28 de Janeiro de 2012 - 13:59
'Votar não é sinônimo de trabalho', diz Pinheiro

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
O senador Walter Pinheiro (PT) discordou de análise feita pelo jornal O Globo que, em reportagem, destacou que menos matérias foram apreciadas em 2011 do que em 2010 no Senado. Com base em resenha divulgada pela Secretaria-Geral da Mesa, a publicação afirma que quase mil matérias – entre propostas de emenda constitucional, projetos de lei, mensagens e outros tipos de proposição – foram votadas. Já em 2010, ano no qual o período de férias foi maior devido às eleições, 1.410 matérias foram apreciadas. No entanto, o petista é contrário à avaliação feita pelo jornal. “Votar não é sinônimo de trabalho, nem quantidade de projetos determina eficiência”, afirmou Pinheiro. O senador ainda disse que a votação do Plano Plurianual 2012-2015 deve ser levada em conta, já que, segundo ele, cada emenda é como se fosse um projeto. “Para o PPA, nós fizemos 38 reuniões internas com setores, ministérios e comissões, além de 11 audiências públicas pelo Brasil, recepcionando mais de 600 emendas e sugestões da sociedade”, declarou o relator do PPA 2012-2015 no Congresso. Por fim, o petista destacou alguns projetos importantes votados no ano passado. “Votamos matérias decisivas, como a Lei do Audiovisual e TV por Assinatura, a Lei de Acesso à Informação, Comissão da Verdade, Código Florestal, Royalties, DRU, Política do Salário Mínimo, Brasil sem Miséria, Brasil Maior, Desoneração da produção, Empreendedor Individual, Micro e Pequena Empresa, Supersimples, Correção da tabela do Imposto de renda, Emenda 29 da Saúde, entre outros”, defendeu.
xta, 27 de Janeiro de 2012 - 19:13
Empresário morto na Paralela recebia ameaças desde 2008 e avisou há três dias que iria morrer
por Evilásio Júnior

Foto: Arestides Baptista / Agência A Tarde
O empresário André Cintra Silva, de 55 anos, morto nesta sexta-feira (27) no estacionamento de sua propriedade, na Avenida Paralela, em Salvador, avisou há três dias à redação de um jornal baiano que iria morrer. O Bahia Notícias apurou que, no telefonema à empresa, ele relatou que teria denúncias sobre supostas irregularidades cometidas por um órgão municipal, prometeu apresentar documentos, mas não foi ao encontro dos jornalistas. Na mesma ligação, Cintra revelou ter sido ameaçado por um segurança de uma construtora que disputaria com ele a posse de uma grande área na capital baiana, cuja obra no local já foialvo de demolição pela Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom), em julho do ano passado. “Em 2008, ele já tinha dito a mim que recebia ameaças de morte”, revelou o repórter Flávio Costa, da revista Isto É, premiado pela série de matérias sobre as denúncias de corrupção do Judiciário baiano, quando atuava no Correio. A assessoria da Polícia Civil, contatada pelo BN, disse que será aguardada a “evolução das investigações” antes de divulgar qualquer hipótese sobre a motivação do crime, porque “qualquer coisa agora pode atrapalhar”.
Dono da Parazzo Móveis é preso
por Rodrigo Aguiar

nta, 26 de Janeiro de 2012 - 15:30
ACM Neto conversa ao pé do ouvido com JH em festival; Paródia de Saulo não foi vista por eles
por Evilásio Júnior

Foto: Luciano Lé / Facebook
O prefeito João Henrique Carneiro (PP) e o deputado federal ACM Neto (DEM), pré-candidato à sucessão municipal, se encontraram na noite desta quarta-feira (25) em um camarote do Festival de Verão, no Parque de Exposições, em Salvador. Como em 2008 JH, ainda no PMDB, conseguiu a reeleição com o apoio do democrata no segundo turno, contra o postulante do PT Walter Pinheiro – hoje senador da República –, há a expectativa de que a aliança seja retribuída este ano. Embora os dois tenham sido flagrados em conversa ao pé do ouvido, Neto nega que a possível articulação política tenha sido pautada no bate-papo. “Foi um encontro social e mais nada. Estávamos em um ambiente de festa. Isso e apenas isso. Eleição a gente só vai discutir depois do carnaval”, justificou o parlamentar, em entrevista ao Bahia Notícias. Os dois políticos permaneceram pouco tempo no evento e não acompanharam a crítica promovida pelo cantor Saulo Fernandes, da Banda Eva, quarta atração a se apresentar. Dois rappers chamados ao palco interpretaram uma paródia do jingle “Dá pra ver que mudou”, da última campanha publicitária da prefeitura. Leitores do BN relataram à reportagem que o número arrancou muitos aplausos da plateia, sobretudo nos versos “o metrô vai ficar pronto quando eu tiver a idade do meu avô”. “Achei muito válido. Achei muito bom”, declarou a estudante de nutrição Cláudia Silva. O fato teria constrangido outros auxiliares da administração soteropolitana que permaneceram no espaço até mais tarde. “Eu não vi. Já tinha ido embora. O prefeito foi ainda antes de mim”, revelou ACM Neto.

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