domingo, 15 de janeiro de 2012 - 08h00 Atualizado em domingo, 15 de janeiro de 2012 - 11h44
Filmar a relação: é bom para o casal?
Psicóloga comenta comportamento de casais que usam vídeos para apimentar a relação; veja experiência de quem já filmou cenas de sexo
Alguns casais começam com fotos picantes antes de partir para os vídeosArlen Roche/Sxc.huThaís Cordon Atouguia vivabem@band.com.br
Para um relacionamento durar não é novidade que é preciso inovar para apimentar a relação. Como recurso, muitos usam as imagens. Geralmente, começa com fotos de beijos do casal, até partir para imagens com pouca ou nenhuma roupa. Outros, mais ousados, resolvem partir para a filmagem da relação sexual.
O administrador Flávio da Silva, de 38 anos, está entre os que gostam de filmar os momentos íntimos. E foi além, Flávio chegou a divulgar algumas dessas imagens na internet. Segundo o administrador, ele publicou o vídeo de uma relação com uma ex-namorada no YouTube. A filmagem ficou no ar por cerca de sete dias, e nesse período mais de mil pessoas assistiram. O administrador diz que tem fetiche por filmes pornô e assiste o seu vídeo todos os dias.
“Fizemos um clima para registrar os detalhes, e de como nossos corpos reagem em outra perspectiva. O bom disso é que eu e ela estávamos à vontade, o que contribuiu para as cenas ficarem marcantes, livre de temores, receios e medos”, relembra.
O administrador Flávio da Silva, de 38 anos, está entre os que gostam de filmar os momentos íntimos. E foi além, Flávio chegou a divulgar algumas dessas imagens na internet. Segundo o administrador, ele publicou o vídeo de uma relação com uma ex-namorada no YouTube. A filmagem ficou no ar por cerca de sete dias, e nesse período mais de mil pessoas assistiram. O administrador diz que tem fetiche por filmes pornô e assiste o seu vídeo todos os dias.
“Fizemos um clima para registrar os detalhes, e de como nossos corpos reagem em outra perspectiva. O bom disso é que eu e ela estávamos à vontade, o que contribuiu para as cenas ficarem marcantes, livre de temores, receios e medos”, relembra.
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