sábado, 11 de agosto de 2012

A PASSEATA JA VITORIOSA DO 11

                                  passeata do 11 foi algo assombrosso tinha gente de todo lado


Juiz suspende decisão de tirar Facebook do ar

11/8/2012 22:16,  Por Redação, com ABr - de Brasília
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O juiz da 13º Zona Eleitoral de Florianópolis, Luiz Felipe Siegert Schuch, suspendeu neste sábado as sanções impostas ao Facebook por descumprimento da legislação eleitoral.
Em sua decisão, Schuch alega que os representantes da rede social no Brasil mostraram-se dispostos “em colaborar com a Justiça Eleitoral” para construir ferramentas que evitem a utilização da rede social em uso indevido e fora das regras previstas pela Justiça Eleitoral.
Luiz Felipe Schuch disse ainda que a decisão de tirar o Facebook do ar por 24 horas, em caráter liminar, tomada na sexta-feira, “não tem ou teve por objetivo o cerceamento de manifestaçöes de usuários sobre outros temas que não ofensivos ou violadores da legislação eleitoral”.
No parecer deste sábado, o juiz acrescentou que defender pontos de vista sob os mais variados temas não é proibido, desde que feito por pessoas devidamente identificadas e que não se escondam no anonimato.
O objetivo, de acordo com o juiz, é garantir a apuração da responsabilidade “sobre tudo o que se afirma e divulga”. Desta forma, acrescentou Schuch, é possível garantir “um parâmetro ético mínimo no plano da liberdade de expressão no mundo virtual”.
A decisão pela retirada do Facebook do ar decorreu do descumprimento de uma liminar anterior que determinou que fosse retirada do ar a página “Reage Praia Mole”. A suspensão foi solicitada pelo vereador Dalmo Deusdedit Menezes (PP), de Florianópolis, que concorre à reeleição.
O parlamentar argumentou que houve veiculação de “material depreciativo” contra ele, feita de maneira anônima por um usuário. O juiz eleitoral também determinou a identificação das pessoas que criaram a página no Facebook.
Enviado por Marcela Freitas 10/8/2012 23:19:51
A ONG Rio de Paz colocou cartaz e ilustrações de balas de revólver, em Copacabana, para lembrar a morte de Acioli (Foto:Divulgação) ::

Um ano sem Patrícia Acioli

O assassinato da juíza Patrícia Acioli, ocorrido há um ano, foi lembrado durante manifestação realizada na manhã de ontem, na Praia de Copacabana, na Zona Sul, do Rio. A ação foi organizada pela ONG Rio de Paz, que colocou fotos de 21 balas de revólver com manchas de sangue, com aproximadamente 50 cm de altura, na areia da praia, para simbolizar os projéteis disparados contra o carro da magistrada. Um cartaz com a frase: “21 tiros na Justiça: um ano da morte da juíza Patrícia Acioli”, foi afixado no local.
Primo da juíza, Carlos Schramm, participou da manifestação e lamentou terem tirado da magistrada a escolta policial em 2007.

O presidente da Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, disse que a morte de Patrícia foi um atentado à sociedade brasileira.
A juíza foi morta com 21 tiros dentro de seu carro, um Idea Adventure, na porta de casa, na Rua dos Corais, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói, no final da noite de 11 de agosto de 2011.
De acordo com a polícia, dois homens em uma motocicleta preta teriam feito os disparos de pistolas. No local do crime, peritos arrecadaram cartuchos de pistolas calibres ponto 40, 45 milímetros (de uso exclusivo das Forças Armadas) e 9 mm.

A magistrada morreu nos braços do filho, que chegou a quebrar o vidro lateral para abrir a porta do veículo. Com 47 anos de idade, Acioli tinha 19 anos de magistratura, e teve o trabalho marcado pelo rigor nas decisões e condenações, principalmente, de policiais militares acusados desvios de conduta.
Missa - Na manhã de hoje, a pedido do TJ uma missa realizada será realizada às 11h, na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro. Em Niterói, a ONG Rio de Paz vai fazer outra manifestação em frente à árvore da magistrada. O ato está marcado para as 18h, na Praia de Icaraí.

TCU suspende decisão que considerou regular contrato entre Banco do Brasil e empresa de Marcos Valério

1/8/2012 19:06,  Por Agência Brasil
Heloisa Cristaldo
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Tribunal de Contas da União (TCU) informou hoje (1º) que suspendeu os efeitos do Acórdão 1.716/2012, decisão que considerou regular contrato entre o Banco do Brasil e a agência DNA de Propaganda, de Marcos Valério. A empresa é uma das envolvidas na Ação Penal 470, conhecida como mensalão.
O relatório do acórdão, elaborado pela ministra Ana Arraes, foi contestado pelo procurador do Ministério Público de Contas, Júlio Marcelo de Oliveira, e será refeito pelo conselheiro Aroldo Cedraz.
No acórdão, assinado no dia 4 de julho, a ministra baseou seu voto em dois artigos da Lei 12.232, que trata das regras gerais para licitação e contratação de serviços de publicidade prestados por intermédio de agências de propaganda. Na regra atual, as agências de publicidade que prestam serviços ao governo não são obrigadas a repassar aos órgãos públicos eventuais incentivos concedidos pelos veículos de comunicação.
De acordo com TCU, a suspensão da decisão significa que a matéria será novamente apreciada pelo plenário da corte. Também está suspenso qualquer efeito jurídico do primeiro acórdão até o julgamento do recurso pelo plenário.
Na semana passada, o relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, havia acatado o pedido da defesa do empresário Marcos Valério de Souza para anexar o voto da ministra Ana Arraes nos autos do processo.
O julgamento da Ação Penal 470 começa nesta quinta-feira (2). Mensalão foi o nome dado para as investigações conduzidas pela comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI), no governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de um esquema de compra de votos de parlamentares pelo Executivo. O STF julgará 38 réus que constam dos autos do processo, entre eles José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil no governo Lula.

Censo 2010: população indígena cresceu 205% em duas décadas

Dados do Censo 2010, divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE, mostram que existem 896,9 mil indígenas no país, 36,2% em área urbana e 63,8% na área rural. O total inclui os 817,9 mil indígenas declarados no quesito cor ou raça (e que servem de base de comparações com os Censos de 1991 e 2000) e também as 78,9 mil pessoas que residiam em terras indígenas e se declararam de outra cor ou raça (principalmente pardos, 67,5%), mas se consideravam “indígenas” de acordo com aspectos como tradições, costumes, cultura e antepassados.
Com base nesses dados, a população indígena no país cresceu 205% desde 1991, quando foi feito o primeiro levantamento no modelo atual. À época, os índios somavam 294 mil. O número chegou a 734 mil no Censo de 2000, 150% de aumento na comparação com 1991.
Também foram identificadas 505 terras indígenas, cujo processo de identificação teve a parceria da Fundação Nacional do Índio (Funai) no aperfeiçoamento da cartografia.
Essas terras representam 12,5% do território brasileiro (106,7 milhões de hectares), onde residiam 517,4 mil indígenas (57,7% do total). Apenas seis terras tinham mais de 10 mil indígenas, 107 tinham entre mais de mil e 10 mil, 291 tinham entre mais de cem e mil e em 83 residiam até cem indígenas. A terra com maior população indígena é Yanomami, no Amazonas e em Roraima, com 25,7 mil indígenas.
Foi observado equilíbrio entre os sexos para o total de indígenas (100,5 homens para cada 100 mulheres), com mais mulheres nas áreas urbanas e mais homens nas rurais. Porém, percebe-se um declínio no predomínio masculino nas áreas rurais entre 1991 e 2010, especialmente no Sudeste (de 117,5 para 106,9) Norte (de 113,2 para 108,1) e Centro-Oeste (de 107,4 para 103,4).
A pirâmide etária indígena tem a base larga e vai se reduzindo com a idade, em um padrão que reflete suas altas taxas de fecundidade e mortalidade, bastante influenciadas pela população rural. Em 2010, havia 71,8 indígenas menores de 15 anos ou de 65 anos ou mais de idade para cada 100 ativos. Já para os não indígenas, essa relação correspondia a 45,8 inativos para cada 100 em idade provável de atividade.
Na área rural, a proporção de indígenas na faixa etária de 0 a 14 anos (45,0%) era o dobro da área urbana (22,1%), com o inverso acontecendo na faixa de 65 anos ou mais (4,3% na rural e 7,0% na urbana). A pirâmide etária dos indígenas residentes fora das terras indígenas indica baixa fecundidade e mortalidade. Já para os indígenas residentes nas terras, a pirâmide etária ainda é resultante de uma alta natalidade e mortalidade. Metade da população indígena tinha até 22,1 anos de idade. Nas terras indígenas, o índice foi de 17,4 anos e, fora delas, 29,2 anos.
O Censo 2010 investigou pela primeira vez o número de etnias indígenas (comunidades definidas por afinidades linguísticas, culturais e sociais), encontrando 305 etnias, das quais a maior é a Tikúna, com 6,8% da população indígena. Também foram identificadas 274 línguas indígenas. Dos indígenas com 5 anos ou mais de idade 37,4% falavam uma língua indígena e 76,9% falavam português.
Mesmo com uma taxa de alfabetização mais alta que em 2000, a população indígena ainda tem nível educacional mais baixo que o da população não indígena, especialmente na área rural. Nas terras indígenas, nos grupos etários acima dos 50 anos, a taxa de analfabetismo é superior à de alfabetização.
Entre os indígenas, 6,2% não tinham nenhum tipo de registro de nascimento, mas 67,8% eram registrados em cartório. Entre as crianças indígenas nas áreas urbanas, as taxas são próximas às da população em geral, ambas acima dos 90%.
A análise de rendimentos comprovou a necessidade de se ter um olhar diferenciado sobre os indígenas: 52,9% deles não tinham qualquer tipo de rendimento, proporção ainda maior nas áreas rurais (65,7%); porém, vários fatores dificultam a obtenção de informações sobre o rendimento dos trabalhadores indígenas: muitos trabalhos são feitos coletivamente, lazer e trabalho não são facilmente separáveis e a relação com a terra tem enorme significado, sem a noção de propriedade privada.
Em 2010, 83,0% das pessoas indígenas de 10 anos ou mais de idade recebiam até um salário mínimo ou não tinham rendimentos, sendo o maior percentual encontrado na região Norte (92,6%), onde 25,7% ganhavam até um salário mínimo e 66,9% eram sem rendimento. Em todo o país, 1,5% da população indígena com 10 anos ou mais de idade ganhava mais de cinco salários mínimos, percentual que caía para 0,2% nas terras indígenas.
Somente 12,6% dos domicílios eram do tipo “oca ou maloca”, enquanto que, no restante, predominava o tipo “casa”. Mesmo nas terras indígenas, ocas e malocas não eram muito comuns: em apenas 2,9% das terras, todos os domicílios eram desse tipo e, em 58,7% das terras, elas não foram observadas.
Tags: Censo, dados, IBGE, índios, levantamento
Edição: Lana CristinaEnviado por Redação 11/8/2012 19:21:25
Cristóvão frisou também que não mudará o esquema, visando uma marcação mais cerrada em R49 (Foto: Marcelo Sadio/ Site do Vasco) ::

Vasco: Cristóvão descarta empate

A partida de mais tarde, a partir das 16h, no estádio Independência, entre o Cruzmaltino e o Atlético-MG, pela 15ª rodada do Brasileirão, não será marcante somente por ser um duelo entre os dois melhores colocados na tabela de classificação, mas porque será o encontro entre as melhores defesas da competição. Mesmo assim, o técnico Cristóvão Borges descarta que o confronto termine empatado.
A zaga do Atlético-MG é a menos vazada da competição, com apenas oito gols sofridos, enquanto a do Vasco, que tem em Dedé a maior referência, sofreu 11 revés. O treinador cruzmaltino elogiou o sistema defensivo de ambas equipes, porém destacou a tática do meio para a frente e, por isso, acredita que dificilmente o confronto fique igualado. “Acho difícil ser jogo para 0 a 0, mesmo com esse equilíbrio. Embora as duas equipes sejam fortes em suas defesas, há outros talentos dentro de campo”, frisou Cristóvão, que ainda comentou sobre a postura do clube jogando fora de casa e destacou que o Gigante tem que manter a mesma pegada diante do Galo. Neste Brasileirão, o Vasco venceu quatro vezes e empatou três.
“Estamos indo muito bem como visitantes e não podemos deixar isso de lado. É bom que os adversários nos veem de outra forma, mais agressivo, com mais respeito. Um clube como o Vasco tem que ser grande em qualquer lugar”, avaliou o treinador.
R49 - Cristóvão reencontrará o craque que já enfrentou no Flamengo, que venceu duas vezes, perdeu uma e empatou três. Tendo uma vantagem sobre o meia do Galo, Cristóvão reconheceu o futebol do jogador, mas confirmou que não mudará o seu esquema tático, visando a uma marcação mais individual. “Sei da condição decisiva dele, porém não vou mudar. O conjunto é que interessa”, finalizou.
  Enviado por Claudio Costa Rosa 11/8/2012 20:35:42
Com o forte impacto na traseira do táxi, que ficou completamente destruída, o motociclista foi arremessado a cerca de 20 metros e morreu na hora (Foto: Júlio Diniz) ::

Motociclista morre em acidente

O advogado e consultor aposentado Bráulio José Soares, de 59 anos, morreu, no início da tarde de ontem, quando a moto que pilotava, uma Suzuki B-King 1.300 cilindradas, placa EHT-9494, se chocou contra a traseira de um táxi Space Fox, placa KQF 3885, na Estrada Francisco da Cruz Nunes, próximo ao Hospital Municipal Mário Monteiro, em Piratininga, Niterói. O acidente causou engarrafamento em ambos os sentidos. Motoristas demoravam dezenas de minutos em um trajeto que normalmente fariam em pouco tempo....

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"Cinquenta Tons de Cinza": fenômeno pop, a trilogia erótica de E.L. James é um sucesso mundial

Já são 40 milhões de cópias vendidas da obra, que apresenta conceitos do sadomasoquismo para mulheres

11.08.2012 | Atualizado em 11.08.2012 - 11:33
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Quase não dá para acreditar. Olhando para o sorriso largo e o jeito, digamos, normal de ser, é difícil ligar essa jovem senhora aí, uma comportada mãe de dois adolescentes, a qualquer atitude mais lasciva. Mas, é isso mesmo. A inglesa Erika Leonard, 48 anos, vem causando um rebuliço na sexualidade de mulherada como E. L. James, autora da trilogia erótica Cinquenta Tons de Cinza, considerado o maior fenômeno editorial dos últimos tempos.
Não é exagero, não. Desde março, os livros, que já venderam 40 milhões de cópias apenas em língua inglesa, sendo 20 milhões nos EUA, vêm colecionando recordes. É a série mais comercializada no Reino Unido, com 5,3 milhões de exemplares. É a publicação mais vendida da livraria virtual Amazon - só no braço inglês teve 4 milhões de cópias.
E não é só isso, os direitos da obra foram comprados pela Universal por US$ 5 milhões, valor altíssimo no meio cinematográfico.
Pimenta
Esse estardalhaço todo porque Erika resolveu falar de sexo, minha gente. Não aquele convencional, conceituado no livro como ‘baunilha’, mas sim de um tipo mais selvagem, cheio de preceitos e tabus. “Nunca, em meus devaneios mais delirantes, imaginei que a trilogia se tornaria o que se tornou. O fato é que, quando as pessoas se apaixonam, elas fazem muito sexo, se não me falha a memória”, diz James, que foi capa recente da prestigiada revista americana Newsweek.
Então, direto ao que interessa: Cinquenta Tons de Cinza vale tudo isso mesmo? Antes, uma consideração: não espere literatura elaborada de E. L. James, que não é nenhuma Anaïs Nin (1903-1977), autora de Delta de Vênus. Ao contrário da escritora francesa, casada com Henry Miller (1891-1980), a prosa de James é pobre, repetitiva e, até certo ponto, simplória. Nisso, os homens, os maiores críticos de Cinquenta Tons, têm razão.
Ata-me
Mas, a compensação da mulherada vem, por outro lado, na descrição da sensual relação da jovem  Anastasia Steele com o empresário bem-sucedido Christian Grey. Ela, estudante ingênua, virgem aos 21 anos, encontra nesse Adônis milionário de 30 anos uma iniciação sexual recheada com surpresas sensoriais adquiridas nas práticas sadomasoquistas.
E bota fartura de sexo nas páginas de Cinquenta Tons de Cinza, cujo primeiro
volume chegou ao Brasil há coisa de dez dias e já figura em primeiro lugar em todas as listas dos mais vendidos.
A autora não poupa o leitor de detalhes. Mordaças, chicotes, couro, palmadas, algemas... Tudo o que Christian, dominador nato, quer é a submissão de Anastasia, um contrato para usá-la na cama. As descrições das cenas de sexo são quentes, despudoradas e muito sensuais. A autora sabe provocar - não se pode negar. Algumas transas, creia, chegam a se estender por dez páginas. Tão palatável que, nos EUA, a obra está sendo chamada “pornô para mamães”.
Polêmica
Lá fora, apesar de bombar nas livrarias, a publicação vem gerando um certo desconforto entre feministas, que reclamam da subjugação da mulher. A escritora de primeira viagem se defende: “As mulheres não querem e não devem ser submissãs. Mas, estamos falando aqui do que acontece no quarto, a portas fechadas. O sexo não tem regras”. Simples assim.
Curioso imaginar que essa trama de dor e prazer nasceu inspirada na casta relação do vampiro Edward com a mortal Bella, protagonistas da saga Crepúsculo. Erika James simplesmente adora a obra de Stephenie Meyer e, só de brincadeira, resolveu criar um romance mais apimentado para publicar na internet. Deu certo e hoje é o que é. O segundo volume da saga, Cinquenta Tons Mais Escuros, chega ao Brasil em 15 de setembro. O terceiro, Cinquenta Tons de Liberdade, em 1º de novembro. Até lá, banho frio.

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