terça-feira, 27 de novembro de 2012

Em rara entrevista, francesa Isabelle Dinoire conta à BBC que ainda vê uma mistura de duas pessoas ao se olhar no espelho.

Da BBC
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Transplante de rosto (Foto: Getty Images)Isabelle fez o 1º transplante de face
do mundo (Foto: Getty Images)
Ao se olhar no espelho, o que a francesa Isabelle Dinoire vê é uma mistura de duas pessoas – ela própria e a mulher cujo rosto recebeu no primeiro transplante facial da história, há sete anos.
"O mais difícil é me encontrar outra vez, como a pessoa que eu era, com a face que eu tinha antes do acidente. Mas eu sei que isso não é possível', diz a francesa, de 45 anos e mãe de dois filhos.
"A doadora está sempre comigo", afirma Isabelle à BBC, em rara entrevista. Após um momento ela complementa: "Ela salvou a minha vida".
Isabelle recusa regularmente pedidos da mídia por entrevistas e raramente concorda em ser fotografada. Na conversa à BBC, ela parece relaxada e autoconfiante, mas sua experiência traumática deixou marcas físicas e mentais.
Ela ainda tem uma cicatriz visível que passa por cima do nariz e desce até o queixo, onde os médicos especialistas do Hospital Universitário de Amiens, no norte da França, passaram 15 horas costurando o rosto da doadora ao seu. Um dos olhos da mulher ainda parece levemente caído.
Poça de sangue
Falando com um pouco de dificuldade – e com uma simplicidade quase alarmante –, Isabelle conta como, em uma crise de depressão em maio de 2005, tomou uma overdose de pílulas para dormir em uma tentativa de suicídio.
Sentir vontade constante de urinar, sentir dor e ter a urina escura podem ser sinais de alerta e indicar infecção urinária, como explicaram o ginecologista José Bento e o urologista Wagner Eduardo Matheus no Bem Estar desta segunda-feira (26). Esses sintomas são mais comuns nas mulheres, que têm a uretra menor, o que facilita a contaminação.
Segurar o xixi por muito tempo pode causar infecção já que, ao urinar, o corpo se livra de bactérias e outros organismos que podem ser prejudiciais à saúde. Além disso, beber muita água ajuda a deixar a cor da urina mais clara, livre de infecções. Para prevenir esses incômodos, a dica dos médicos é tomar suco de melancia, melão e cranberry, fruta rica em antioxidantes, com substâncias que tem poder de prevenção, não de tratamento.

ter, 27/11/12
por meiodecampo |
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A Pluri Consultoria, conhecida pelo levantamento financeiro de clubes mundo afora, divulgou nesta terça-feira os maiores salários dos treinadores no Brasil. O primeiro da lista é justamente o campeão brasileiro Abel Braga, do Fluminense, com vencimentos de R$ 700 mil mensais, segundo os números da empresa.
Em seguida, aparecem três técnicos empatados: Luxemburgo, do Grêmio, Muricy Ramalho, do Santos, e Tite, do Corinthians – todos com salários de R$ 600 mil por mês. Ainda figuram na relação, em ordem do maior salário para o menor, Dorival Junior, Oswaldo de Oliveira, Cuca, Celso Roth, Gilson Kleina e Ney Franco.
Ricardo Gomes ainda aparece na lista, em 11º, embora, neste caso específico, o valor é referente ao ano passado, antes que o treinador se afastasse do comando do Vasco. Confira abaixo a lista completa.
1 Abel Braga (Fluminense) R$ 700 mil mensais – R$ 9,1 milhões anuais
2 Luxemburgo (Grêmio) R$ 600 mil mensais – R$ 7,8 milhões anuais
2 Muricy (Santos) R$ 600 mil mensais – R$ 7,8 milhões anuais
2 Tite (Corinthians) R$ 600 mil mensais – R$ 7,8 milhões anuais
5 Dorival Junior (Flamengo) R$ 450 mil mensais – R$ 5,85 milhões anuais
6 Oswaldo de Oliveira (Botafogo) R$ 380 mil mensais – R$ 4,94 milhões anuais
7 Cuca (Atlético-MG) R$ 350 mil mensais – R$ 4,55 milhões anuais
8 Celso Roth (Cruzeiro) R$ 300 mil mensais – R$ 3,9 milhões anuais
8 Gilson Kleina (Palmeiras) R$ 300 mil mensais – R$ 3,9 milhões anuais
8 Ney Franco (São Paulo) R$ 300 mil mensais – R$ 3,9 milhões anuais
Por Filipe Rodrigues São José dos Campos, SP
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Fidélis, lateral da Seleção Brasileira na Copa de 1966, luta contra o câncer em São José dos Campos (SP) (Foto: Filipe Rodrigues/ Globoesporte.com)Fidélis mostra álbum com fotos de sua carreira de
jogador (Foto: Filipe Rodrigues/ Globoesporte.com)
José Maria Fidélis dos Santos, o Touro Sentado, foi craque em uma época em que o futebol não era sinônimo de fama e fortuna. Lateral-direito entre 1961 e 1981, foi bicampeão carioca por Bangu (1966) e Vasco (1970), onde também ganhou um Campeonato Brasileiro (1974). Foi eleito o melhor lateral-direito do futebol carioca por quatro anos seguidos e disputou a Copa do Mundo da Inglaterra, em 1966, revezando posição com Djalma Santos e barrando Carlos Alberto Torres.
Mas o tempo passou e, com ele, veio o esquecimento. Morando no Rio de Janeiro, com 68 anos, Fidélis descobriu um câncer no estômago em abril deste ano. Diz ter procurado ajuda durante seis meses com medalhões do Vasco da Gama, como o deputado federal Roberto Dinamite, seu colega de clube na conquista do Brasileiro de 1984. Sem sucesso.
Quinze dias atrás, veio a ajuda. Enquanto Fidélis buscava apoio na Cidade Maravilhosa, sua família, que mora em São José dos Campos, interior de São Paulo (cidade natal de Fidélis), decidiu buscar o último clube pelo qual Fidélis jogou e onde o Touro Sentado estreou como treinador: o São José Esporte Clube, que disputa a Série A2 do Campeonato Paulista. A diretoria da Águia aceitou ajudar. Custeou a vinda de Fidélis para a casa da família, no bairro Jardim Santa Inês I e conseguiu atendimento nas redes pública e privada de saúde.
Fidélis tentou "sabotar" gol 1.000 do Pelé antes da cobrança de pênalti do Rei (Foto: Reprodução)Fidélis tentou "sabotar" gol 1.000 do Pelé antes da
cobrança de pênalti do Rei (Foto: Reprodução)
Durante sua carreira, Fidélis foi um jogador polêmico. Nunca foi conhecido por faltar a treinos, ir à festas ou treinar alcoolizado, o que era comum em sua época de jogador. Seu problema era outro: amava demais o futebol e detestava perder. No jogo do gol 1.000 de Pelé, foi flagrado pisando na marca da cal para tentar atrapalhar a cobrança. Não deu certo.
Após a Copa de 1966, na Inglaterra, voltou acusando a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) de vender resultados (nada nunca foi provado sobre isso). Neste Mundial, o Brasil foi eliminado ainda na primeira fase, após perder por 3 a 1 para Portugal. Por este comportamento, diz que nunca mais foi convocado e acabou ficando fora da Copa de 1970, no México, que terminou com o tricampeonato mundial.
- A Copa de 1966 foi na base do cambalacho. Quando cheguei ao Brasil, fui chamado pela CBF e me perguntaram o que andei falando sobre o resultado para a imprensa. Eu mantive o que disse. Nunca me calei diante do que achei errado.
Índio indomável
O apelido, de Touro Sentado, veio devido à semelhança física com o histórico líder indígena americano, que comandou e derrotou um exército de 3.500 índios contra uma frotaamericana, em 1830. Depois disso, passou a ser perseguido e se entregou. Em liberdade, passou a fazer parte dos espetáculos de Buffalo Bill, famoso pistoleiro americano.
Fidéli (no centro) ao lado de Pelé em seus tempos de Seleção Brasileira (Foto: Reprodução/ Arquivo pessoal)Fidélis (no centro) ao lado de Pelé (à direita) em seus tempos de Seleção (Foto: Reprodução/ Arquivo pessoal)
Com 1,75m, Fidélis era veloz e "sabia aguentar pancada". Foi revelado para o futebol aos 13 anos, quando jogava futebol amador nos campos de terra de São José dos Campos. Foi em um destes jogos, em 1957, que o tenente Cavalcanti, carioca que atuava na Base da Aeronáutica em São José, lhe viu jogar. Com influência no Bangu, que à época competia de igual para igual com os grandes cariocas, o tenente levou Fidélis para um teste. O lateral-direito foi aprovado na hora. Estreou no futebol profissional em 1961, aos 17 anos.
- Nessa época, era chamado de avião, pois corria da beira do campo até a ponta sem ninguém me pegar. Me machuquei apenas duas vezes em toda minha carreira e sem gravidade. Jogava no mesmo estilo do Cafú. Naquele tempo, zagueiros batiam muito, mas eu era forte e sabia evitar a pancada.
Amizade com Pelé
Pelé era um dos meus melhores amigos na Seleção. Dentro de campo, a gente se entendia"
Fidélis
O chute na marca do cal não expressa nenhuma rivalidade com o rei do futebol. Pelo contrário. Fidélis lembra com carinho das vezes em que atuou ao lado de Pelé. O Touro Sentado disputou oito jogos pela Seleção Canarinho, em todos eles, Pelé estava presente.
- Era um dos meus melhores amigos. Em campo, a gente se entendia. Joguei poucas vezes contra ele e não tive de marcá-lo. Acabava sendo função de outros zagueiros - lembra.
Em comum com Pelé, Fidélis diz que havia o comprometimento. O lateral-direito era perfeccionista e, depois dos treinos, ficava uma hora treinando cruzamentos.
- Conheceu o Cafu? Tem o meu estilo de jogo. Depois do treino, eu cruzava pelo menos 100 bolas para praticar. Infelizmente, hoje não tem mais lateral-direito no futebol. Na minha época, sobravam boas opções - analisa.
Aversão ao mar
Fidélis é apaixonado pelo futebol carioca até hoje. Jogou no Bangu até a Copa do Mundo de 1966 e depois, foi para o Vasco, onde ficou outros sete anos. Além do Gigante da Colina, também teve uma passagem rápida pelo América-RJ. Aprendeu a amar o Rio de Janeiro e tudo que a cidade oferecia, com exceção de uma coisinha: o mar.
- Se quiser água salgada, pego um balde de água com sal e jogo na cabeça. Praia é só de noite, para sentar no quiosque, comer um peixinho e tomar uma cervejinha - diz em meio às risadas o ex-jogador e ex-técnico.
Fidélis, com a mulher Maria das Graças de Paula, na casa da família em São José dos Campos (SP) (Foto: Filipe Rodrigues/ Globoesporte.com)Fidélis e a mulher Maria das Graças tentam voltar ao Rio de Janeiro, onde está o filho de 11 anos do casal
(Foto: Filipe Rodrigues/ Globoesporte.com)
Mesmo viajando pelo país por cerca de 20 anos - período em que parou de jogar e se tornou técnico por diversas equipes do Brasil - após deixar de vez o futebol, Fidélis voltou para sua casa no bairro Campo Grande e se casou com Maria das Graças de Paula, com 51 anos. Tem cinco filhos, sendo dois deles com Maria das Graças. O mais novo tem 11 anos e ficou no Rio de Janeiro, na casa de parentes, enquanto o pai encara a luta contra o câncer. Após duas semanas longe da "odiada" praia, a saudade da Cidade Maravilhosa começa a bater...
- Só de pensar que meu filho mais novo está lá, longe da mãe e do pai. Queria voltar, mas aqui tenho tudo o que preciso. Estou mais forte agora, tenho consultas agendadas. No Rio de Janeiro, sem ajuda, tive de enfrentar filas enormes e não consegui atendimento.
Fidélis (terceiro da direita para a esquerda) no time do Vasco campeão brasileiro de 1974 (Foto: Divulgação)Fidélis (em pé, terceiro da direita para a esquerda)
no time do Vasco campeão brasileiro de 1974
(Foto: Divulgação)
Segundo a família, Fidélis veio para São José muito fraco e está aumentando sua resistência para conseguir passar por uma cirurgia para a retirada do tumor. No início de dezembro, ele passará por uma tomografia que poderá mostrar a gravidade do tumor.
Vasco promete contato
Procurada, a assessoria de imprensa do Vasco disse que foi procurada e ofereceu tratamento, mas a família do atleta teria preferido ir para São Paulo. Segundo a nota enviada ao GLOBOESPORTE.COM, ainda nesta semana, o presidente Roberto Dinamite fará um novo contato com Fidélis para oferecer auxílio médico.
Por André Casado Rio de Janeiro
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Dakson vasco treino (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)Em evidência, Dakson escuta orientações de
Gaúcho (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)
Finalmente, Dakson começa a ver seu nome se afastar do anonimato e reforçar a luta contra a reprovação pela controversa indicação de sua contratação ao Vasco, ocorrida a contragosto de parte da diretoria e da comissão técnica, em julho. Após quatro meses de pura desconfiança, o meia foi utilizado pela primeira vez no clássico contra o Flamengo e, com a suspensão de Fellipe Bastos, pode até ser titular diante do Fluminense, no domingo, pela última rodada do Brasileirão. O alagoano de 25 anos, porém, vive situação curiosa: enquanto ainda espera ser reconhecido nas ruas cariocas, em Santana do Ipanema sua estreia "provocou" um apagão.
Certas gírias de quem virou morador do Rio já na adolescência tentam esconder, mas, no fundo, o sotaque e a simplicidade não deixam mentir: Dakson é um autêntico nordestino de infância humilde, a qual viveu em meio ao sertão. Em sua terra, de aproximadamente 60 mil habitantes, são poucos os que não sabem de sua história. Promessa tricolor até 2006, ficou para trás na hora de estourar no time principal, comandado pelo mesmo Abel Braga de hoje. Por isso, depois de cinco temporadas sumido na Bulgária, a chance em São Januário foi motivo para dar uma guinada e causar furor entre seus antigos amigos e vizinhos.
Baianão 2013 tem formato definido e vai premiar clubes no meio da disputa
Primeira fase será disputada sem clubes que participam do Nordestão, mas dará vaga para o torneio regional do ano seguinte e Copa do Brasil

Acidente com pacientes deixa um morto e três feridos em Itamaraju

O veículo transportava pacientes de hemodiálise de Caravelas para Eunápolis.
Um grave acidente na manhã desta segunda-feira, 26, na BA-489, trecho que liga o município de Itamaraju à Prado, deixou uma pessoa morta e três feridas. De acordo com o condutor do veículo Fiat Dôblo de placa policial HEW-5860, ele estaria transportando pacientes da cidade de Caravelas para Eunápolis para a realização do tratamento de Hemodiálise, quando perdeu o controle do veículo, após ter utilizado um instrumento no console do carro. 
“Tentei controlar o veículo e voltar para a pista, mas não consegui”, disse o condutor George Murilo Ferreira Soares, 53 anos, que estava em estado de choque.
Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e prestou socorro às vítimas ainda no local. Além do condutor, mais três pessoas estavam no veículo; Ageniro Machado, 63 anos, Francisco Costa Rosa, 64 anos e Rosalina de Brito Reis, 79 anos, natural de Serra dos Aimorés-MG, que teve morte instantânea. As vítimas foram encaminhadas para o Hospital Municipal de Itamaraju. (Sul Bahia News)

Começou o processo de transição de governo em Itagi

Os membros das equipes de transição nomeada pela Prefeita Wanda Pinto e pelo Prefeito eleito Railton Ramos, realizaram, na semana passada, a primeira reunião com participação de todos os integrantes nomeados, no prédio sede da prefeitura municipal. A Transição é regulamentado pela Lei Complementar 101/2000 e Resoluções do Tribunal de Contas dos Municípios – TCM, lei 1.311/12. De acordo com as informações da assessoria do prefeito eleito, “tudo está correndo tranquilamente”.  (Itagi Notícias)
26.11.2012 | Atualizado em 26.11.2012 - 20:59
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Foto: Divulgação
Ator está internado há mais de um mês
Da Redação
O jornalista Joelmir Beting, 75 anos, internado há mais de um mês no Hospital Albert Einstein, sofreu um acidente vascular encefálico hemorrágico no domingo (25), segundo a Folha Online.
O estado de Beting é considerado grave, mas estável. Ele está sedado e respira com ajuda de aparelhos e também está em diálise.
Desde o dia 22 de outubro, Beting passava por tratamento contra uma doença autoimune.
A família informou que Beting já perdeu mais de 20 quilos desde março, quando sofreu um problea cardíaco. O jornalista atualmente trabalha no Grupo Bandeirantes.

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