Domingo, 04 de Novembro de 2012 - 20:28
No Canindé, Bahia vence e volta a respirar no Brasileirão

Foto: Agência Estado
Mais
cedo, o Sport venceu o Vasco fora de casa e diminuiu a diferença para
um ponto. O resultado colocou pressão no Bahia. Mas, nas horas difíceis,
quem pode ser considerado o super-herói do esquadrão? Souza.
Indiscutível principal homem de frente do esquadrão, o camisa 9 marcou o
único gol da partida e devolveu ao Bahia o gosto de um triunfo, depois
de seis rodadas sem vencer, na noite deste domingo (4), no Estádio do
Canindé. Clique e leia tudo sobre o jogo na Coluna Esportes.
Domingo, 04 de Novembro de 2012 - 18:20
Descarrilamento de bonde mata três e fere 41 no interior de São Paulo

Um bonde turístico descarrilou e matou três pessoas e feriu 41 em
Pindamonhangaba, interior paulista. Segundo a Policia Civil, as causas
do acidente, ocorrido por volta das 19h30 deste sábado (3), ainda não
foram apuradas. O laudo pericial deve ficar pronto em 30 dias.
Hospitalizadas, nenhuma das vítimas prestou depoimento até o momento. Em
operação desde 1914, o bonde é administrado pela Estrada de Ferro
Campos do Jordão, vinculado à Secretaria de Estado de Transportes de São
Paulo. O serviço passa pelos municípios de Pindamonhangaba, Santo
Antônio do Pinhal e Campos do Jordão.
O
Conselho Nacional de Justiça contabiliza hoje 182 juízes brasileiros
ameaçados. O levantamento começou a ser feito no ano de 2011, após a
morte da juíza Patrícia Acioli assassinada com 21 tiros. Logo depois do
assassinato da magistrada foram contabilizados 150 juízes em situação de
ameaça, hoje já são 182. A maioria juízes criminais e trabalhistas,
apenas 60 contam com a proteção necessária.
Os magistrados que estão nessa situação ficam impossibilitados de ir e vir, não aparecem publicamente, tem vida restrita ao convívio familiar e deslocamento vigiado. Muitos deles são ameaçados pelo crime organizado, quadrilhas formadas por policiais e servidores público e facções surgidas no próprio sistema penitenciário. O estados com maior número de juízes ameaçados são o Rio de Janeiro e Minas Gerais ambos com 29 casos. Apenas cinco estados afirmam não possuírem magistrados nessas condições.
Em Porto Alegre, a juíza Elaine Canto da Fonseca recebeu um recado desde uma prisão: deveria soltar presos que seriam julgados por ela. Como se recusou, se desloca desde o início do ano em carro blindado. Em Rondônia, o juiz trabalhista Rui Barbosa Carvalho passou a usar colete à prova de balas e trocou de celular 12 vezes, em decorrência de ameaças recebidas após suspender pagamento de precatórios por suspeita de fraude.
O presidente da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), Pio Dresch, diz que nem todos os casos chegam ao conhecimento do CNJ. “Um dos problemas que enfrentamos é que, devido à escassez de magistrados, não é possível simplesmente transferir o juiz para outra comarca, o que seria razoável. É preciso abrir vaga antes. A verdade é que falta uma sistemática para lidar com magistrados em risco”, desabafa Dresch.
Agente penitenciário foi morto em Guarulhos; irmão dele ficou ferido.
Um agente penitenciário de 47 anos foi morto a tiros na noite deste
domingo (4) em Guarulhos, na Grande São Paulo, segundo a polícia. O
irmão dele também foi baleado. Em outros cinco casos de violência
registrados entre a noite deste domingo e a madrugada desta
segunda-feira (5), três pessoas morreram e outras 10 foram baleadas na
capital e região metropolitana.
O homem estava com o irmão e a cunhada no cruzamento da Rua Sarutaia com a Avenida Brigadeiro Faria Lima e teve o carro fechado por homens em duas motos por volta das 21h, de acordo com a 1º Delegacia Policial de Guarulhos. O irmão também foi atingido por disparos, mas foi socorrido e não corre risco de morte. A cunhada não foi atingida, ainda segundo a polícia.
Baleados
Além do agente e do irmão dele, pelo menos 13 pessoas foram baleadas - três delas morreram - em casos ocorridos entre a noite deste domingo e a madrugada desta segunda-feira (5) na capital e na região metropolitana de São Paulo.
Um policial à paisana foi ferido a tiros na noite deste domingo na Avenida Belmira Marin, no Grajaú, Zona Sul de São Paulo. De acordo com policiais da 4ª Companhia do 27º Batalhão da Polícia Militar, responsável pelo policiamento da área, o policial estava de folga e teria tentado impedir um assalto quando foi atingido. Ele foi socorrido ao Hospital do Grajaú para ser submetido a cirurgia e transferido para o Hospital Militar, segundo os policiais.
De acordo com a 47ª Delegacia Policial, no Capão Redondo, três homens levaram disparos de dois suspeitos que estavam em uma moto na região do Jardim São Luiz, Zona Sul da capital, no fim da noite do domingo. As vítimas, de 17, 19 e 24 anos, não têm passagem pela polícia e foram transferidos para dois hospitais da região. A polícia ainda não sabe a motivação do crime.
Outras quatro pessoas foram baleadas na Rua General Syzeno Sarmento, no Rio Pequeno, Zona Oeste de São Paulo. Todas as vítimas foram levadas para o hospital universitário. Uma delas não resistiu.
Na Vila Medeiros, na Zona Norte, dois homens de 19 e 22 anos passavam pela Rua Igaraí quando foram baleados. O criminoso estava em um carro e fugiu. Até o início da manhã desta segunda-feira, não havia informações sobre o estado de saúde das vítimas.
Menina morre em tentativa de assalto
Na região do Ipiranga, na Zona Sul, uma menina de 10 anos e um suspeito morreram em uma tentativa de assalto na Avenida das Juntas Provisórias, na noite deste domingo. Um vigilante que passava de moto pelo local ficou ferido. A garota estava no carro com os pais quando foi atingida por uma bala perdida no tiroteio entre os criminosos e um policial militar que presenciou uma tentativa de assalto. O caso foi registrado na 26º Distrito Policial, no Sacomã, e passado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Uma van com 12 passageiros bateu na traseira de uma carreta carregada
com adubo, na noite de domingo (4). O acidente aconteceu às 21h30 na
curva do Chibarro, na Rodovia Washington Luís (SP-310), próximo à
Araraquara (SP).
Segundo a Polícia Rodoviária, o veículo voltava do litoral paulista com turistas da cidade de Matão (SP). Um pneu estourou e fez com que o motorista perdesse o controle e colidisse com o caminhão, que seguia no mesmo sentido. Com a batida, uma das portas da van foi arrancada.
Entre as vítimas estavam duas crianças. Todos os passageiros, incluindo os menores, foram socorridos até o pronto-socorro, onde foram medicados e, em seguida, liberados.
Van colidiu com caminhão na curva do Chibarro em rodovia próximo a Araraquara (Foto: Maurício Duch
Domingo, 04 de Novembro de 2012 - 17:39
PC Gusmão fala ao BN e quer título da Série B
por Maurício Naiberg
Domingo, 04 de Novembro de 2012 - 15:55
182 juízes brasileiros vivem sob ameaça

Os magistrados que estão nessa situação ficam impossibilitados de ir e vir, não aparecem publicamente, tem vida restrita ao convívio familiar e deslocamento vigiado. Muitos deles são ameaçados pelo crime organizado, quadrilhas formadas por policiais e servidores público e facções surgidas no próprio sistema penitenciário. O estados com maior número de juízes ameaçados são o Rio de Janeiro e Minas Gerais ambos com 29 casos. Apenas cinco estados afirmam não possuírem magistrados nessas condições.
Em Porto Alegre, a juíza Elaine Canto da Fonseca recebeu um recado desde uma prisão: deveria soltar presos que seriam julgados por ela. Como se recusou, se desloca desde o início do ano em carro blindado. Em Rondônia, o juiz trabalhista Rui Barbosa Carvalho passou a usar colete à prova de balas e trocou de celular 12 vezes, em decorrência de ameaças recebidas após suspender pagamento de precatórios por suspeita de fraude.
O presidente da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), Pio Dresch, diz que nem todos os casos chegam ao conhecimento do CNJ. “Um dos problemas que enfrentamos é que, devido à escassez de magistrados, não é possível simplesmente transferir o juiz para outra comarca, o que seria razoável. É preciso abrir vaga antes. A verdade é que falta uma sistemática para lidar com magistrados em risco”, desabafa Dresch.
05/11/2012 05h01
- Atualizado em
05/11/2012 08h18
Quatro são mortos e pelo menos outros 11 são baleados na Grande SP
Agente penitenciário foi morto em Guarulhos; irmão dele ficou ferido.
Policial à paisana foi baleado no Grajaú, Zona Sul da capital.
37 comentários

O homem estava com o irmão e a cunhada no cruzamento da Rua Sarutaia com a Avenida Brigadeiro Faria Lima e teve o carro fechado por homens em duas motos por volta das 21h, de acordo com a 1º Delegacia Policial de Guarulhos. O irmão também foi atingido por disparos, mas foi socorrido e não corre risco de morte. A cunhada não foi atingida, ainda segundo a polícia.
Baleados
Além do agente e do irmão dele, pelo menos 13 pessoas foram baleadas - três delas morreram - em casos ocorridos entre a noite deste domingo e a madrugada desta segunda-feira (5) na capital e na região metropolitana de São Paulo.
Um policial à paisana foi ferido a tiros na noite deste domingo na Avenida Belmira Marin, no Grajaú, Zona Sul de São Paulo. De acordo com policiais da 4ª Companhia do 27º Batalhão da Polícia Militar, responsável pelo policiamento da área, o policial estava de folga e teria tentado impedir um assalto quando foi atingido. Ele foi socorrido ao Hospital do Grajaú para ser submetido a cirurgia e transferido para o Hospital Militar, segundo os policiais.
De acordo com a 47ª Delegacia Policial, no Capão Redondo, três homens levaram disparos de dois suspeitos que estavam em uma moto na região do Jardim São Luiz, Zona Sul da capital, no fim da noite do domingo. As vítimas, de 17, 19 e 24 anos, não têm passagem pela polícia e foram transferidos para dois hospitais da região. A polícia ainda não sabe a motivação do crime.
Outras quatro pessoas foram baleadas na Rua General Syzeno Sarmento, no Rio Pequeno, Zona Oeste de São Paulo. Todas as vítimas foram levadas para o hospital universitário. Uma delas não resistiu.
Na Vila Medeiros, na Zona Norte, dois homens de 19 e 22 anos passavam pela Rua Igaraí quando foram baleados. O criminoso estava em um carro e fugiu. Até o início da manhã desta segunda-feira, não havia informações sobre o estado de saúde das vítimas.
Menina morre em tentativa de assalto
Na região do Ipiranga, na Zona Sul, uma menina de 10 anos e um suspeito morreram em uma tentativa de assalto na Avenida das Juntas Provisórias, na noite deste domingo. Um vigilante que passava de moto pelo local ficou ferido. A garota estava no carro com os pais quando foi atingida por uma bala perdida no tiroteio entre os criminosos e um policial militar que presenciou uma tentativa de assalto. O caso foi registrado na 26º Distrito Policial, no Sacomã, e passado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
05/11/2012 08h18
- Atualizado em
05/11/2012 08h30
Van com 12 passageiros bate atrás de carreta em rodovia de Araraquara
Turistas seguiam para Matão, SP, na volta do feriado, na noite de domingo. Entre as vítimas estavam duas crianças; todas foram medicadas e liberadas.
Segundo a Polícia Rodoviária, o veículo voltava do litoral paulista com turistas da cidade de Matão (SP). Um pneu estourou e fez com que o motorista perdesse o controle e colidisse com o caminhão, que seguia no mesmo sentido. Com a batida, uma das portas da van foi arrancada.
Entre as vítimas estavam duas crianças. Todos os passageiros, incluindo os menores, foram socorridos até o pronto-socorro, onde foram medicados e, em seguida, liberados.
Van colidiu com caminhão na curva do Chibarro em rodovia próximo a Araraquara (Foto: Maurício DuchFoto: O Povo
O
novo técnico do Vitória, Paulo César Gusmão, conversou com o Bahia
Notícias nesta noite de domingo e falou sobre a negociação que o colocou
no rubro-negro. Segundo ele, tudo ficou mais fácil depois da sua saída
do Ceará. Confira tudo na Coluna de Esportes!
José Luis da Conceição/Estadão Conteúdo - 11/09/2006
Para o MP, assassinato foi motivado por ciúmes
Seis anos após o assassinato do coronel reformado da Polícia Militar
Ubiratan Guimarães, um dos personagens centrais do episódio que ficou
conhecido como “massacre no Carandiru”,
o caso começa a ser julgado. Nesta segunda-feira (5), a advogada Carla
Cepollina, ex-namorada de Ubiratan, senta no banco dos réus no plenário
10 do Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, onde
irá a júri popular. Para o promotor de Justiça João Carlos Calsavara, a
advogada é autora do crime, motivado, segundo ele, por ciúme, já que a
acusada suspeitaria da traição da vítima.
Leia mais notícias de São Paulo
A expectativa é de que o julgamento dure cinco dias. Carla Cepollina, que já teve como advogado o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, será defendida por Eugenio Carlos Balliano Malavasi. O nome da criminalista Liliana Pranzivalli, mãe da ré, também aparece na lista divulgada pelo Tribunal do Júri.
O promotor João Carlos Calsavara terá como assistentes de acusação Vicente Fernandes Cascione, que representa a família do coronel Ubiratan, e Juliana Maria Peres Tauro. No dia marcado para o julgamento, uma escrevente de sala irá sortear os jurados selecionados pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em geral, 25 são convocados, mas neste caso especificamente, em razão da grande repercussão e para evitar problemas que possam impedir a realização do júri, serão cerca de 50. Tanto o promotor quanto os advogados de defesa podem se recusar, por três vezes, o jurado sorteado. Por fim, sete serão finalmente escolhidos para integrar o júri, instaurado pelo juiz Bruno Ronchetti de Castro.
Durante a audiência, serão ouvidas as testemunhas de acusação e, na sequência, as de defesa. Ao todo são dez, cinco para cada lado. A delegada de Polícia Federal Renata Azevedo dos Santos Madi, apontada como pivô da briga entre Carla e Ubiratan, está entre as testemunhas de acusação.
As outras são o filho do coronel, Fabrício Rejtman Guimarães; Odete Adoglio de Campos, vizinha da vítima, e os delegados Marco Antonio Olivato e José Vinciprova Sobrinho. Já a defesa convocou a especialista em perícias criminais Roselle Adriane Soglio. As demais são o advogado Francisco Lobo da Costa Ruiz, Desiree Teixeira Freschet, Arduíno Marco G.P. Fiaschitello e Ana Cristina de Jesus Bonfim.
Após ouvidas as testemunhas, chega o momento do interrogatório da ré, último ato processual antes dos debates, que duram uma hora e meia. Se o promotor decidir pela réplica, a defesa tem direito a tréplica. Nesta etapa, cada lado dispõe de uma hora.
O crime
De acordo com o Ministério Público, o disparo que atingiu o coronel foi feito depois de uma discussão. Ele foi morto com um tiro na barriga, no apartamento onde morava, na rua José Maria Lisboa, próximo ao cruzamento com a avenida Nove de Julho, nos Jardins, zona sul de São Paulo. Assessores do militar encontraram o corpo sobre um sofá do imóvel, que fica no 7º andar.
Carla confirma a briga, mas nega o crime. No dia 11 de setembro de 2006, durante depoimento à polícia, ela relatou que estava no apartamento de Ubiratan na noite do assassinato, e que os dois chegaram a discutir, após ele receber o telefonema de uma mulher. Na versão apresentada pela advogada, a briga terminou e ela deixou o local. Imagens gravadas pela câmera do elevador do prédio onde o coronel morava flagraram Carla guardando um embrulho dentro da bolsa após sair do apartamento. A polícia suspeita de que seja a arma do crime. No dia 27 de setembro de 2006, Carla Cepollina foi indiciada pela morte do ex-namorado. No início de outubro daquele ano, o Instituto de Criminalística afirmou que a bala que matou o coronel foi disp
Levantamento do ISP (Instituto de Segurança Pública), feito a pedido do R7, revela que duas crianças são agredidas
por hora no Estado do Rio de Janeiro. Segundo dados do órgão ligado à
Secretaria de Segurança Pública, de janeiro a agosto deste ano, foram
registrados 272 casos de lesão corporal dolosa (com intenção de machucar) a mais que o mesmo período do ano passado no Rio. Foram 6.280 registros em todo o Estado este ano.
As ocorrências de agressões entre pais e filhos são as mais comuns no Conselho Tutelar de Vila Isabel, na zona norte da capital fluminense, que atende os bairros Andaraí, Tijuca, Praça da Bandeira, Alto da Boa Vista, Vila Isabel e Grajaú. Segundo o conselheiro Wilton Marques, muitos pais tentam corrigir os erros dos filhos com agressões por terem passado pelo mesmo castigo na infância ou na adolescência.
— A cultura do bater ainda está muito presa às famílias. Muitos pais acham que vão corrigir os filhos agredindo-os fisicamente, porque também passaram por isso no passado e cansaram de ouvir: 'se eu não bater, ele vai apanhar da vida'.
A
assistente social Soraya dos Santos Silva, que trabalha há dois anos no
Naca (Núcleo de Atendimento à Criança e ao Adolescente), programa da
Fundação para a Infância e Adolescência voltado para a avaliação de
vítimas de agressão e violência sexual, explica que, nesses casos, é
importante conhecer o histórico da família para tentar encontrar a
origem do problema.
— É preciso conhecer a dinâmica de vida daquela criança, as relações dela com a família, com a escola e, principalmente, o histórico do suposto agressor. Nós ouvimos muitos pais dizerem que bateram nos filhos para tentar apenas corrigir os erros e porque foi assim que foram criados. Muitas vezes faltam diálogo e expressão de sentimento dentro de casa.
Soraya conta a história de um adolescente de 14 anos que, depois de apanhar tanto do pai e da mãe, decidiu procurar um conselho tutelar espontaneamente para denunciar os pais.
— Ele e o irmão de nove anos apanhavam constantemente dos pais. Ele já chegou a ser internado depois de ser espancado. Por não tolerar mais as agressões, ele decidiu procurar ajuda sozinho.
Um caso que chocou o Conselho Tutelar de Vila Isabel foi o de uma mãe que colocou ovo quente na boca de uma criança depois que ela falou um palavrão. Marques explica que, por mais que a atitude seja considerada uma ignorância, o papel do conselho não é criminalizar o agressor.
— Neste caso, nós registramos na delegacia, ela responde criminalmente e nós fazemos um acompanhamento para tentar fazer esta mãe refletir sobre o que ela fez.
Para denunciar qualquer tipo de violência contra criança e adolescente, ligue para o Disque-Denúncia no (0xx21) 2253-1177 ou para a Dcav (pelo telefone 0xx21 2334-9717 ou pelo email dcav2012@gmail.com). O anonimato é garantido.
Lei da Palmada
A Lei da Palmada foi aprovada na Comissão Especial da Câmara dos Deputados e entrou em vigor no ano passado com o objetivo de reforçar o controle da Justiça sobre casos de violência contra crianças e adolescentes. O projeto de lei visa proibir o uso de castigos físicos ou tratamentos cruéis ou degradantes na educação dos filhos.
Na prática, a lei prevê que pais que maltratarem os filhos sejam encaminhados a programa oficial de proteção à família e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A criança que sofrer a agressão deverá ser encaminhada a tratamento especializado.
A lei gerou polêmica antes da aprovação devido à aceitação cultural do castigo físico a crianças e adolescentes pelos pais. O principal argumento contrário ao projeto era a intervenção do Estado em assuntos privados, como a educação de crianças em casa.arada pela própria arma dele, que nunca foi encontrada.
Foto 1 de 5
A Polícia Militar encontrou por volta das 6h30 de terça-feira (30) o corpo de uma jovem na rua Tucupi, em Rocha Miranda, zona norte do Rio. De acordo com o serviço reservado da PM, Raianne Dantas de Jesus, de 19 anos, tinha diversas marcas de tiro no rosto, tórax e abdome. Leia mais
O Ministério Público de São Paulo denunciou Carla Cepollina
à Justiça no dia 8 de novembro de 2006.
Publicado em 5/11/2012 às 04h40: atualizado em: 5/11/2012 às 08h25
Leia mais notícias de São Paulo
A expectativa é de que o julgamento dure cinco dias. Carla Cepollina, que já teve como advogado o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, será defendida por Eugenio Carlos Balliano Malavasi. O nome da criminalista Liliana Pranzivalli, mãe da ré, também aparece na lista divulgada pelo Tribunal do Júri.
O promotor João Carlos Calsavara terá como assistentes de acusação Vicente Fernandes Cascione, que representa a família do coronel Ubiratan, e Juliana Maria Peres Tauro. No dia marcado para o julgamento, uma escrevente de sala irá sortear os jurados selecionados pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em geral, 25 são convocados, mas neste caso especificamente, em razão da grande repercussão e para evitar problemas que possam impedir a realização do júri, serão cerca de 50. Tanto o promotor quanto os advogados de defesa podem se recusar, por três vezes, o jurado sorteado. Por fim, sete serão finalmente escolhidos para integrar o júri, instaurado pelo juiz Bruno Ronchetti de Castro.
Durante a audiência, serão ouvidas as testemunhas de acusação e, na sequência, as de defesa. Ao todo são dez, cinco para cada lado. A delegada de Polícia Federal Renata Azevedo dos Santos Madi, apontada como pivô da briga entre Carla e Ubiratan, está entre as testemunhas de acusação.
As outras são o filho do coronel, Fabrício Rejtman Guimarães; Odete Adoglio de Campos, vizinha da vítima, e os delegados Marco Antonio Olivato e José Vinciprova Sobrinho. Já a defesa convocou a especialista em perícias criminais Roselle Adriane Soglio. As demais são o advogado Francisco Lobo da Costa Ruiz, Desiree Teixeira Freschet, Arduíno Marco G.P. Fiaschitello e Ana Cristina de Jesus Bonfim.
Após ouvidas as testemunhas, chega o momento do interrogatório da ré, último ato processual antes dos debates, que duram uma hora e meia. Se o promotor decidir pela réplica, a defesa tem direito a tréplica. Nesta etapa, cada lado dispõe de uma hora.
O crime
De acordo com o Ministério Público, o disparo que atingiu o coronel foi feito depois de uma discussão. Ele foi morto com um tiro na barriga, no apartamento onde morava, na rua José Maria Lisboa, próximo ao cruzamento com a avenida Nove de Julho, nos Jardins, zona sul de São Paulo. Assessores do militar encontraram o corpo sobre um sofá do imóvel, que fica no 7º andar.
Carla confirma a briga, mas nega o crime. No dia 11 de setembro de 2006, durante depoimento à polícia, ela relatou que estava no apartamento de Ubiratan na noite do assassinato, e que os dois chegaram a discutir, após ele receber o telefonema de uma mulher. Na versão apresentada pela advogada, a briga terminou e ela deixou o local. Imagens gravadas pela câmera do elevador do prédio onde o coronel morava flagraram Carla guardando um embrulho dentro da bolsa após sair do apartamento. A polícia suspeita de que seja a arma do crime. No dia 27 de setembro de 2006, Carla Cepollina foi indiciada pela morte do ex-namorado. No início de outubro daquele ano, o Instituto de Criminalística afirmou que a bala que matou o coronel foi disp
Rio tem 2 crianças agredidas por hora, aponta ISP
Especialistas dizem que pais justificam agressões como correção de erros dos filhos
Evelyn Moraes, do R7
| 05/11/2012 às 05h32
Divulgação/Polícia Civil

Veja a galeria completaMenina de 3 anos foi espancada pelo pai na zona oeste do Rio por não saber usar o vaso sanitário
As ocorrências de agressões entre pais e filhos são as mais comuns no Conselho Tutelar de Vila Isabel, na zona norte da capital fluminense, que atende os bairros Andaraí, Tijuca, Praça da Bandeira, Alto da Boa Vista, Vila Isabel e Grajaú. Segundo o conselheiro Wilton Marques, muitos pais tentam corrigir os erros dos filhos com agressões por terem passado pelo mesmo castigo na infância ou na adolescência.
— A cultura do bater ainda está muito presa às famílias. Muitos pais acham que vão corrigir os filhos agredindo-os fisicamente, porque também passaram por isso no passado e cansaram de ouvir: 'se eu não bater, ele vai apanhar da vida'.
— É preciso conhecer a dinâmica de vida daquela criança, as relações dela com a família, com a escola e, principalmente, o histórico do suposto agressor. Nós ouvimos muitos pais dizerem que bateram nos filhos para tentar apenas corrigir os erros e porque foi assim que foram criados. Muitas vezes faltam diálogo e expressão de sentimento dentro de casa.
Soraya conta a história de um adolescente de 14 anos que, depois de apanhar tanto do pai e da mãe, decidiu procurar um conselho tutelar espontaneamente para denunciar os pais.
— Ele e o irmão de nove anos apanhavam constantemente dos pais. Ele já chegou a ser internado depois de ser espancado. Por não tolerar mais as agressões, ele decidiu procurar ajuda sozinho.
Um caso que chocou o Conselho Tutelar de Vila Isabel foi o de uma mãe que colocou ovo quente na boca de uma criança depois que ela falou um palavrão. Marques explica que, por mais que a atitude seja considerada uma ignorância, o papel do conselho não é criminalizar o agressor.
— Neste caso, nós registramos na delegacia, ela responde criminalmente e nós fazemos um acompanhamento para tentar fazer esta mãe refletir sobre o que ela fez.
Para denunciar qualquer tipo de violência contra criança e adolescente, ligue para o Disque-Denúncia no (0xx21) 2253-1177 ou para a Dcav (pelo telefone 0xx21 2334-9717 ou pelo email dcav2012@gmail.com). O anonimato é garantido.
Lei da Palmada
A Lei da Palmada foi aprovada na Comissão Especial da Câmara dos Deputados e entrou em vigor no ano passado com o objetivo de reforçar o controle da Justiça sobre casos de violência contra crianças e adolescentes. O projeto de lei visa proibir o uso de castigos físicos ou tratamentos cruéis ou degradantes na educação dos filhos.
Na prática, a lei prevê que pais que maltratarem os filhos sejam encaminhados a programa oficial de proteção à família e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A criança que sofrer a agressão deverá ser encaminhada a tratamento especializado.
A lei gerou polêmica antes da aprovação devido à aceitação cultural do castigo físico a crianças e adolescentes pelos pais. O principal argumento contrário ao projeto era a intervenção do Estado em assuntos privados, como a educação de crianças em casa.arada pela própria arma dele, que nunca foi encontrada.
Jovem fuzilada pode ter sido vítima de vingança
Arquivo Pessoal/Facebook

A Polícia Militar encontrou por volta das 6h30 de terça-feira (30) o corpo de uma jovem na rua Tucupi, em Rocha Miranda, zona norte do Rio. De acordo com o serviço reservado da PM, Raianne Dantas de Jesus, de 19 anos, tinha diversas marcas de tiro no rosto, tórax e abdome. Leia mais
domingo, 4 de novembro de 2012
INTERMUNICIPAL 2012: Ipiaú vence nos penaltis e segue para as quartas de finais
| Seleção de Ipiaú - classificada para as quartas de finais |
A
Seleção de Ipiaú venceu na
tarde deste domingo (04) a Seleção de Ibicaraí no Estádio Pedro Caetano,
partida valendo pelas oitavas de finais do Campeonato Intermunicipal
2012. A vitória da Seleção ipiauense foi consagrada nas cobranças de
penalidades máximas.
O Jogo.
| Seleção de Ibicaraí |
A Seleção de Ibicaraí iniciou a
partida impondo muita pressão, demonstrando um melhor desempenho dentro de
campo, dominando a equipe anfitriã que atuou de forma apática no primeiro tempo
da partida.
Já no segundo tempo, com a
entrada do atacante Cainã, a Seleção de Ipiaú cresceu bastante no jogo, criando
jogadas ao lado de Giba e Samir, embora não tendo sucesso nas finalizações.
Final de jogo, Seleção de Ipiaú 0x0 Seleção de Ibicaraí.
Na cobrança de penalidades a
Seleção de Ipiaú venceu pelo placar de 4X3. Com este resultado, a equipe
ipiauense passou para as quartas de finais e enfrentará no próximo domingo em
casa a equipe de São Francisco do Conde.
FICHA TÉCNICA:
SELEÇÃO DE IPIAÚ: 1-Lupita,
2-Claudino, 3-Din, 4-Rogério, 5-Bicudo, 6-Véi, 7-Alex, 8-Rincon, 9-Samy,
10-Kena, 11-Giba. SUPLENTES: 12-Cainã, 13-Bremer, 14-Jeferson, 16-Paulo
Roberto, 17-Márcio e 18-Babão. Técnico: Netão.
SELEÇÃO DE IBICARAÍ: 1-Kamal,
2-Léo Pitangueira, 3-Welton, 4-Erlan, 5-Udson, 6-Mabaço, 7-Caique, 8-Deberé,
9-Rafael, 10-Nido, 11-Pitôco. SUPLENTES: 12-Leandro, 13-Alcir, 14-Esquerdinha,
15-Deivinho, 16-Fernandinho, 17-Pitôco e 18-Pitbull. Técnico: Zé Silva.
ARBITRAGEM:
Árbitro Central: Germínio Vieira
Santos – FBF-Belo Campo
Auxiliares: Rosivaldo Bispo
Santos – FBF-Itabuna
Azaene Pereira Dias Júnior
– FBF-Belmonte
4º Árbitro: Ailton Santos Souza –
FBF - Ipiaú
Márcia Cavallari, diretora do Ibope Inteligência |
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Márcia Cavallari, diretora do Ibope Inteligência, comenta e analisa os resultados das últimas eleições municipais. Para a entrevistada, o processo consolidou um momento de renovação na política brasileira. Márcia destaca que os partidos que apostaram no novo levaram vantagem desta vez. A diretora do Ibope falou também sobre as características do eleitorado brasileiro que, segundo ela, ainda tolera a corrupção. Veja a continuação
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